Search Results for `Bruxa`
Bruxarias APL 93
BARRETO, Kalidás, Monografia do Concelho de Castanheira de Pera, , Câmara Municipal de C. Pera, 2001, 253-254 Castanheira De Pêra (CASTANHEIRA DE PÊRA)O barbeiro foi chamado para ir ao local do Mosteiro ver uma mulher que estava doente. No seu regresso a pé, para casa, meteu-se a noite e quando chegou a …
Bruxas do Vale Pinhora APL 1094
HENRIQUES, Francisco , Contos Populares e Lendas dos Cortelhões e dos Plingacheiros, , Associação de Estudos do Alto Tejo, 2001, 118-119 MAÇÃO (SANTARÉM)O Tonho do Pereiro qu’ namorava a minha prima da Fêtera e tava lá im Lisboa e veio pra vir cá à inspecção (isto foi no tempe das cerejas) e …
Os bruxedos da carembicha APL 464
TENGARRINHA, Margarida, Da Memória do Povo, , Colibri, 1999, 33-36 Mexilhoeira Grande (PORTIMÃO)Gertrudes: A minha irmã mais velha também foi morta por mal de bruxedo. Foi a primeira mulher do mê marido, que só mais tarde veio a casar comigo.
Eu …
A Cova da Moura APL 889
CAMPELO, Álvaro, Lendas do Vale do Minho, , Associação de Municípios do Vale do Minho, 2002, 195-197 Cornes (VILA NOVA DE CERVEIRA)Em tempos que lá vão, quando os mouros e cristãos ainda viviam próximos uns dos outros, apesar de inimigos, uma bela Moura ficou perdida de amores por um jovem cavaleiro …
As bruxas APL 81
PINTO, Maria Luisa Carneiro, Por Terras de Baião, , sem editora, 1949, 179-180 BAIÃO (PORTO)As bruxas?!... Arrenego-as eu... que nunca as mas muitos as têm visto.
O tio Joaquim da Igreja chegou uma noite a casa e perguntou à mulher:
— A ceia está …
Bailes de Bruxas (3) APL 2946
JANA, Isilda, Histórias à Lareira, , Palha de Abrantes, 1997, 27 Vale De Mós (ABRANTES)Havia um homem que era sardinheiro. Em certos dias da semana, de madrugada, tinha de ir buscar as sardinhas à estação.
Um dia quando ia a caminho, viu no meio …
As bruxas de alvor APL 467
TENGARRINHA, Margarida, Da Memória do Povo, , Colibri, 1999, 39 Alvor (PORTIMÃO)O mê avô, que era também pescador e a quem chamavem o velho José Rato e foi quem me contou muita coisa, dizia que as bruxas antigamente se apegavem ós …
Bailes de Bruxas (4) APL 2947
JANA, Isilda, Histórias à Lareira, , Palha de Abrantes, 1997, 27 Mouriscas (ABRANTES)Uma vez um homem foi passear à noite. Lá longe, no meio de um campo, viu um baile das bruxas. Curioso, aproximou-se, e elas viram-no, chamaram-no e fizeram-no dançar com …
O tocador de bois APL 993
AA. VV., -, Literatura Portuguesa de Tradição Oral, , Projecto Vercial - Univ. Trás -os-Montes e Alto Douro, 2003, B5 Riba De Ave (VILA NOVA DE FAMALICÃO)Antigamente, os agricultores compravam nas feiras os seus animais para criação. Eram os bois os que mais se compravam e mais se vendiam. Havia um vendedor de gado que levava …
Bruxas vingativas APL 38
CAMPOS, Beatriz C. D., Tarouca, Folclore e Linguística, , Câmara Municipal de Tarouca / Escola Preparatória de Tarouca, 1985, 32 TAROUCA (VISEU)Uma mulher tinha uma filha a quem as bruxas queriam fazer mal. Elas combinaram entre si que haviam de matar a menina, mal a mãe a deixasse sozinha em casa. …
A Bruxa de Beja APL 2452
AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), , n/a, , Monchique (MONCHIQUE)Uma vez uma bruxa – eu digo uma bruxa – e era uma cruz. E ia passando além um homem a cavalo numa besta mesmo na cruz e a besta …
O véu de casamento APL 999
AA. VV., -, Literatura Portuguesa de Tradição Oral, , Projecto Vercial - Univ. Trás -os-Montes e Alto Douro, 2003, B12 Semelhe (BRAGA)Havia dois irmãos muito chegados vivendo ao lado um do outro. A vida a um corria-lhe bem; a do outro era um sem número de arrelias.
À esposa do que …
A eira onde as bruxas se vão esfregar APL 755
PARAFITA, Alexandre, Património Imaterial do Douro - Narrações Orais (contos, lendas, mitos) Vol. 1, , Fundação Museu do Douro, 2007, 157 Sendim (TABUAÇO)Sempre ouvi dizer aos mais antigos que na Eira do Monte, que pertence a Paradela mas fica entre dois caminhos, ali à saída de Sendim, é onde as …
O jugo das bruxas APL 3159
PARAFITA, Alexandre, Património Imaterial do Douro (Narrações Orais), Vol. 2, , Fundação Museu do Douro, 2010, 277 VILA FLOR (BRAGANÇA)Em certas aldeias do concelho de Vila Flor, noutros tempos, quando uma mulher com fama de bruxa estava moribunda, era costume colocar-se sobre o corpo o jugo dos bois …
A Bruxa Galinha APL 1943
MILHEIRO, António, S. Miguel de Acha - Memórias da Cultura Tradicional, , Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, 2002, 37 São Miguel De Acha (IDANHA-A-NOVA)Types: 3055,
Noutros tempos, quando não havia iluminação nas ruas de S. Miguel, um grupo de rapazes que tinha estado numa taberna até tarde da noite e regressavam a suas casas, …
A maldição da bruxa APL 1166
GRAÇA, Natália Maria Lopes Nunes da, Formas do Sagrado e do Profano na Tradição Popular, , Colibri, 2000, 19-20 Ladoeiro (IDANHA-A-NOVA)Certo dia no Ladoeiro, uma mulher estava na rua a pentear a sua filha que tinha uns longos cabelos. Naquela hora, passou uma mulher que segundo as pessoas da …
A dança das bruxas APL 103
FAEL, Isabel Maria M.A. Lopes, Narrativas Populares, , Centro de Formação da Ass. de Escolas do Conc. da Covilhã, 2000, 63 COVILHÃ (CASTELO BRANCO)Em Silvares havia dois lagares de azeite.
Durante o dia fazia-se o azeite. A noite, vinham as bruxas e de manhã estava tudo remexido.
As bruxas vinham das Relvas para …
[O “deixo” da bruxa] APL 1650
SARMENTO, Francisco Martins, Antígua, Tradições e Contos Populares, , Sociedade Martins Sarmento, 1998, 148 GUIMARÃES (BRAGA)As bruxas, antes de morrer, dizem “deixo, deixo” até que alguém lhe pergunte o quê. Se lho não perguntam não morrem. Sucedeu que uma era muito conhecida e ninguém lhe …
O almocreve e as bruxas APL 992
AA. VV., -, Literatura Portuguesa de Tradição Oral, , Projecto Vercial - Univ. Trás -os-Montes e Alto Douro, 2003, B4 Cambres (LAMEGO)Era uma vez um almocreve que dava pancada na mulher. Quando chegava a casa do trabalho, aguentava quantas ele lhe desse.
Certa noite, o almocreve passou numa ponte e ouviu …
A morte da bruxa APL 1156
MOURA, José Carlos Duarte, Histórias e Superstições na Beira Baixa, , RVJ editores, 2008, 14 Castelo (SERTÃ)Isto aconteceu faz uns tinta anos à minha avó e às minhas vizinhas. Uma noite a minha avó e as minhas vizinhas, estavam a velar uma pessoa que morreu, que …
O almocreve e as bruxas APL 36
CAMPOS, Beatriz C. D., Tarouca, Folclore e Linguística, , Câmara Municipal de Tarouca / Escola Preparatória de Tarouca, 1985, 30-31 Granja Nova (TAROUCA)Era um almocreve que dava pancada na mulher, que era uma coisa doida. Andava por lá e quando chegava a casa — coitadinha! — aguentava ali quantas ele lhe desse!... …
O Sítio do Castelo APL 409
CUNHA, Jorge da, Criações do Génio Popular, , Associação para a Recuperação do Património de Arruda, 1997, 72 Arruda Dos Vinhos (ARRUDA DOS VINHOS)Conta-se que há muito, muito tempo atrás no Sítio do Castelo existiam bruxas.
As pessoas que por lá passavam de noite viam estas bruxas, todas com velas acesas nas mãos. …
O Caso da Cobra APL 406
CUNHA, Jorge da, Criações do Génio Popular, , Associação para a Recuperação do Património de Arruda, 1997, 68-69 Arruda Dos Vinhos (ARRUDA DOS VINHOS)Diz-se que certa vez uma rapariga adoecera. A sua doença era tão estranha que nenhum médico conseguiu descobrir qual o mal que a havia atingido e qual o melhor remédio …
A Bruxa d’ Arruda APL 405
CUNHA, Jorge da, Criações do Génio Popular, , Associação para a Recuperação do Património de Arruda, 1997, 67 Arruda Dos Vinhos (ARRUDA DOS VINHOS)Conta o povo desta terra escondida entre os montes que durante muitas gerações por aqui viveram algumas bruxas. Curavam os doentes, davam alegria a quem vivia na tristeza, tiravam o …
Bruxas da portela APL 1179
MOURA, José Carlos Duarte, Histórias e Superstições na Beira Baixa, , RVJ editores, 2008, 27 Benquerenças (CASTELO BRANCO)Portela é um lugar onde se cruzam diversas vias situado à entrada das Benquerenças de Baixo.
Segundo se dizia, e algumas pessoas acreditavam, era ali que as bruxas da …
[A quelha das bruxas] APL 1728
AA. VV., -, Literatura da tradição oral do concelho de Vila Real, , UTAD / Centro de Estudos de Letras (Projecto: Estudos de Produção Literária Transmontano-duriense), , Folhadela (VILA REAL)Um homem tinha ido a um funeral e depois binha p’ra casa e quando chegou ao meio do caminho encontrou um vento muito forte, muito forte, onde esse vento o …
[O que quebrou o fado da namorada] APL 1852
AA. VV., -, Arquivo do CEAO (Recolhas Inéditas), , n/a, , TSM, Cd 8, faixa 3 Pinheiro Da Bemposta (OLIVEIRA DE AZEMÉIS) Havia um rapaz que andava a namorar com uma rapariga. Andava a namorar com uma rapariga e a rapariga disse:
- Olha que sabes para que casar olha que eu …
Mestre Luis e a chiba embruxada APL 1091
HENRIQUES, Francisco , Contos Populares e Lendas dos Cortelhões e dos Plingacheiros, , Associação de Estudos do Alto Tejo, 2001, 112-113 PROENÇA-A-NOVA (CASTELO BRANCO)- Fique cá Ti Luís, dorme ali no palheiro. Já não são horas de ir para Rabacinas.
- Não, não, vou dormir a casa e amanhã estarei de …
A bruxa que quebrou a sina APL 1083
HENRIQUES, Francisco , Contos Populares e Lendas dos Cortelhões e dos Plingacheiros, , Associação de Estudos do Alto Tejo, 2001, 104-105 PROENÇA-A-NOVA (CASTELO BRANCO)Era uma vez uma rapariga que namorava um rapaz há já muito tempo. Namoro que era contra a vontade dos pais dela.
Já um sem número de vezes o rapaz …
A bruxa e os dois ladrões APL 2758
PARAFITA, Alexandre, O Maravilhoso Popular - Lendas, contos, mitos, , Plátano Editora, 2000, 75 VINHAIS (BRAGANÇA)Dois ladrões lembraram-se, certa noite, de assaltar a casa de uma mulher que vivia sozinha e que, ao que lhes constava, era pessoa de grandes teres.
Julgando-a a dormir, os …

